Imagine comprar um apartamento a poucos metros da praia e, praticamente ao lado,
a implantação de um investimento portuário estimado em R$ 3 bilhões. É esse cenário que começa a se desenhar no Pontal do Norte, em Itapoá.
De um lado está o Babitonga Beach Club, novo empreendimento residencial da Rôgga, localizado a apenas 65 metros do mar. Do outro, está o futuro Porto Coamo, um dos maiores projetos de infraestrutura previstos para a cidade. O que chama ainda mais atenção é a distância entre eles: aproximadamente 1 km.
Mais do que dois grandes empreendimentos chegando à mesma região, Babitonga Beach Club e Porto Coamo possuem cronogramas que caminham para um momento muito parecido: 2030.
E essa combinação pode criar um cenário interessante para quem observa Itapoá pelo ponto de vista imobiliário.
O futuro Terminal de Uso Privado da Coamo representa um dos investimentos mais relevantes previstos para Itapoá nos próximos anos.
O projeto recebeu em 2026 a Licença Ambiental Prévia do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina, uma etapa importante do processo de licenciamento. A licença não autoriza imediatamente a construção, mas confirma a viabilidade ambiental do empreendimento nesta fase e permite o avanço das próximas etapas.
O cronograma divulgado prevê início das obras em 2027, aproximadamente 36 meses de implantação e início das operações em 2030.
O empreendimento deverá ocupar uma área de aproximadamente 43 hectares e terá estrutura destinada à movimentação de diferentes tipos de cargas. O terminal de grãos, por exemplo, foi projetado para movimentar cerca de 11 milhões de toneladas por ano. Estamos falando, portanto, de uma estrutura de grande porte chegando justamente ao bairro Pontal.
Muito perto. O Babitonga Beach Club será construído no Pontal do Norte e ficará a aproximadamente 1 km da área do futuro Porto Coamo.
O projeto da Rôgga terá duas torres, 288 apartamentos e mais de 3,2 mil m² destinados a ambientes de lazer. Os apartamentos serão de dois dormitórios, com opções tradicionais e giardinos, além de churrasqueira a carvão nas sacadas.
Outro diferencial importante é a localização: o empreendimento ficará a apenas 65 metros da praia. Mas existe outro número que ajuda a entender essa relação. 2030. A previsão é que o Babitonga Beach Club seja entregue em abril de 2030. O início das operações do Porto Coamo também está projetado para 2030.
Ou seja, os dois projetos possuem cronogramas que convergem praticamente para o mesmo período.
Um terminal portuário desse porte não funciona sozinho. Sua implantação e posterior operação envolvem profissionais ligados à construção civil, logística, transporte, manutenção, segurança, administração, serviços portuários e diversas outras atividades relacionadas direta ou indiretamente à cadeia logística.
A própria dimensão do Porto Coamo ajuda a demonstrar o tamanho dessa estrutura. Além das áreas operacionais, o projeto contempla instalações administrativas, apoio operacional, processamento alfandegário, segurança, ambulatório, sistema viário, estacionamento e estruturas de apoio aos motoristas.
Com isso, é razoável esperar aumento na circulação de trabalhadores, prestadores de serviços, fornecedores e profissionais ligados às operações portuárias na região. E é justamente nesse ponto que o mercado imobiliário entra na conversa.
Quando uma região recebe novos investimentos e passa a concentrar mais empregos e atividade econômica, uma das necessidades que normalmente acompanha esse movimento é a moradia.
Parte desses profissionais já poderá morar em Itapoá. Outros poderão mudar para a cidade, permanecer durante períodos determinados ou buscar imóveis próximos ao local de trabalho. Isso abre espaço para diferentes formatos de locação.
Um apartamento pode ser utilizado para aluguel tradicional, contratos por períodos determinados ou locações de curta duração, dependendo do perfil de demanda existente naquele momento. E para um proprietário do Babitonga Beach Club, existe ainda um fator especialmente relevante: a proximidade.
Enquanto alguns trabalhadores poderão precisar atravessar a cidade para chegar ao complexo portuário, quem estiver hospedado ou morando no empreendimento estará a aproximadamente 1 km do futuro Porto Coamo.
Em imóveis destinados à locação, localização costuma ser um dos fatores analisados pelo público. E estar próximo de um grande polo empregador pode se tornar um diferencial.
Esse ponto é especialmente interessante para quem pensa em adquirir um imóvel na praia, mas não pretende morar nele durante todo o ano. Durante determinados períodos, o apartamento pode ser utilizado pelo proprietário e pela família. Nos períodos em que estiver vazio, existe a possibilidade de disponibilizá-lo para locação.
Nesse cenário, o Babitonga Beach Club reúne dois públicos potenciais distintos. De um lado, existe a procura relacionada à própria praia e ao turismo, favorecida pela localização a 65 metros do mar e pela estrutura de lazer do condomínio. Do outro, poderá existir uma procura relacionada à atividade portuária e aos profissionais que precisarão permanecer na região.
Isso não significa que determinado valor de aluguel, taxa de ocupação ou rentabilidade esteja garantido. O resultado dependerá das condições do mercado, período, administração do imóvel, custos envolvidos e perfil da demanda.
Mas existe uma característica difícil de ignorar: um apartamento de praia localizado a aproximadamente 1 km de um projeto portuário bilionário.
Grandes transformações imobiliárias normalmente não acontecem de um dia para o outro. Elas são resultado de uma sequência de investimentos.
No Pontal, vários desses movimentos começam a se encontrar: novos empreendimentos imobiliários, proximidade com o Porto Itapoá, chegada do Porto Coamo, crescimento da cidade e melhorias recentes na própria orla, com o segundo maior alargamento de praia do mundo.
O Babitonga Beach Club estará inserido exatamente nesse cenário. Por isso, quando falamos sobre esse empreendimento, talvez olhar apenas para a piscina, para a planta do apartamento ou para os 65 metros de distância da praia seja pouco. É preciso olhar também para o que estará acontecendo 1 km adiante.
Porque em 2030, quando os primeiros proprietários estiverem recebendo as chaves do Babitonga Beach Club, Itapoá também poderá estar iniciando um novo capítulo da sua atividade portuária.
Para quem pretende utilizar o apartamento como patrimônio e eventualmente gerar renda com locação, essa proximidade pode se tornar um dos principais diferenciais do empreendimento.
Praia de um lado. Um dos maiores investimentos da história recente de Itapoá do outro. E apenas aproximadamente 1 km separando os dois.
Quer conhecer as plantas, valores, condições de pagamento e disponibilidade do Babitonga Beach Club? Entre em contato com a Juliano Oliva Imóveis e conheça todos os detalhes do empreendimento.







